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Data:26/08/2021  Postado por: Redação

Exposição resgata a importância dos engenhos para a economia local em Jaraguá do Sul

Resultado de pr ojeto contemplado pelo Edital de Apoio a Projetos Culturais 005/2018 com verba pública, a exposição temporária “A Divícia dos Engenhos”, montada no Museu Histórico Emílio da Silva de 9 de julho a 6 de agosto ainda pode ser conferida aqui.

O produto do projeto, composto por 12 banners com gráficos e 16 quadros, foi doado à instituição pública e incorporado ao acervo.

O proponente Edson Luis Kuchnir explica que vídeos e fotografias foram publicados com o objetivo de alcançar mais pessoas sem o risco de aglomeração por causa da pandemia.



A pesquisa completa reúne dados e gráficos sobre a tecnologia empregada na região como fonte de renda familiar com a chegada do fundador de Jaraguá do Sul, o engenheiro Emílio Carlos Jordan.

Em uma década, o número de empreendimentos desta natureza triplicou, consolidando-se como atividade rural principal.

“Os engenhos produziam aguardente, açúcar mascavo, melado, farinhas de milho e de mandioca, impulsionando o progresso de Jaraguá do Sul muito antes da era industrial como conhecemos atualmente”, explica Kuchnir.

Vale o registro sobre o respeito à integridade física dos animais, parceiros na tração das moendas.



Alguns, movimentados pela força da água, receberam, com a evolução, motores a óleo diesel e energia, facilitando o trabalho.

A s famílias donas dos engenhos costumavam especializar-se em um tipo de atividade, o que atraía fregueses de longe pelas particularidades e qualidades do produto.

A atividade entrou em declínio a partir do início da década de 1980, com o aumento do trabalho fabril, levando ao abandono ou diminuição da agricultura familiar.

A evolução agroindustrial e o aparecimento das grandes usinas tornou os engenhos obsoletos e acabaram substituídos.

A cobrança de impostos e as exigências sanitárias também foram dificultadores para a atividade.



Dos 130 engenhos apontados na pesquisa, mais de 59% foram destruídos ou estão em ruínas. Porém, mais de 40% deste montante ainda pode ser salvo e outras 33 unidades estão em plena atividade.

“O resgate desta cultura é um benefício para o município. É preciso que as estruturas sejam utilizadas como fonte de pesquisa de saberes e fazeres do nosso povo, pontos turísticos ou adaptadas para servir como oficinas ou espaços de memória cultural”, explica.

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