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Data:22/03/2022  Postado por: Redação

Saúde deve anunciar 4ª dose da vacina contra a Covid-19 em todo o Brasil

O Ministério da Saúde deve anunciar a aplicação da quarta dose da vacina contra a Covid-19 em todo o Brasil. A indicação será para pessoas com mais de 80 anos. De acordo com fontes do governo federal, a nova rodada será divulgada nas próximas semanas.

A aplicação de mais uma dose de reforço iniciou em países como a Inglaterra e já acontece em algumas cidades do Brasil. Na sexta-feira (18), a cidade de São Paulo começou a aplicar a nova dose da vacina em idosos com mais de 80 anos que tenham recebido a terceira há quatro meses ou mais.

A Secretaria Municipal de Saúde prevê que 250 mil idosos na capital paulista se encontram na faixa etária elegível para a quarta dose. O Mato Grosso do Sul também já começou a vacinar idosos acima de 60 anos e profissionais de saúde com a quarta dose.

Quem deve tomar?

O Ministério da Saúde já recomenda a aplicação da quarta dose para pessoas imunossuprimidas com mais de 12 anos. Na sexta-feira, levantamento da pasta mostrou que, mesmo aptos para receber a dose de reforço (ou terceira dose) contra a covid-19, mais de 59 milhões de brasileiros ainda não buscaram a vacina.

Até o fim de semana, o número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou a 175.065.547, o equivalente a 81,49% da população total.

Com duas doses ou dose única, são 159.317.991 de habitantes do País, o equivalente a 74,16% do total. Os dados foram reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Os idosos são mais vulneráveis por causa da chamada imunossenescência, que é o envelhecimento do sistema imune.

Epidemiologista que coordenou o PNI (Programa Nacional de Imunização) entre 2011 e 2019, Carla Domingues afirmou ao Estadão na semana passado que o aumento de casos na população idosa, especialmente entre aqueles que já tomaram a terceira dose há mais de seis meses, é um indicativo da necessidade de uma quarta dose para essa faixa etária.

Conforme Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, a partir de quatro meses após a 3ª dose, já há uma diminuição da proteção conferida pela vacina aos idosos. Seis meses seria o prazo máximo para um reforço, segundo a especialista.

“Para as outras faixas etárias, a gente ainda não tem tanta convicção, porque os dados ainda não mostram ainda a necessidade de doses de reforço”, afirma.

ND

 

 

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