Esporte

Presidente da Federação Catarinense de Futebol testa positivo para Covid-19

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O presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubens Angelotti, testou positivo para Covid-19. Ele disse que está bem.

Angelotti disse em entrevista à CBN/Diário, que fez o teste na terça-feira (7), e que a contraprova feita no fim de semana, não mostrou a presença do vírus. A esposa do presidente também testou negativo. 

No sábado (11), ele assinou uma portaria determinando o adiamento dos jogos de volta das quartas de final do Estadual, que seria realizado no domingo (12), após notificação da Superintendência de Vigilância em Saúde Estadual em função dos 14 casos do Covid-19 na Chapecoense.

O presidente da FCF espera que o Catarinense retorne em no máximo duas semanas, mas ainda depende do aval das autoridades. 

Angelotti, disse que tenta uma reunião virtual para hoje (13), com os membros do governo catarinense para flexibilizar o artigo 8º, inciso XXIX, da portaria nº 466, que regulamenta a volta do Estadual. 

De acordo com o inciso, é necessário “afastar todos os atletas e trabalhadores confirmados para Covid-19, bem como as pessoas que tiveram contato com estes”. 

Dessa forma, os elencos da Chapecoense, Criciúma, Marcílio Dias, Joinville e Figueirense deveriam cumprir quarentena até apresentarem a liberação médica. 

Temos que mudar o protocolo para terminar o Estadual. O teste PCR pode ser regra e o protocolo seguir outros exemplos, como da indústria, onde haja um elemento contaminado, que ele seja afastado e os outros permaneçam. Quem for contaminado, que seja afastado, e os outros monitorados assim como é na indústria e comércio”, defendeu o presidente.

De acordo com ele, o futebol profissional não tem recebido o mesmo tratamento das outras modalidades como o futsal, por exemplo, que só exige a medição de temperatura antes das partidas.

Testagem RT-PCR

Uma das soluções encontradas para tentar a retomada dos jogos, é exigir o método de testagem RT-PCR, que é mais caro, porém mais seguro e confiável em comparação dos testes rápidos. 

Ele feito com uma espécie de cotonete especial que coleta amostras do nariz e da garganta para a identificação. 

Esse teste não é obrigatório segundo o decreto estadual, o que aumenta a confiança da entidade em flexibilizar a medida. 

Das oito cidades que recebem os jogos das quartas de final, apenas a prefeitura de Florianópolis determinou que todos os clubes que vieram atuar na capital, precisam apresentar relatório com essa testagem.


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Camila Silveira Rosa

Jornalista e marketeira, apaixonada por boas histórias, cultura e curiosa por natureza

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